Num mar de intrigas uma nuvem soletrada pertencia a um grupo de ordens e magnitudes perversas.
Na sala redonda os deuses juntavam-se em festins inebriantes. Na passagem secreta tiravam fotografias para além do matrimónio comum e do património das dádivas convexas.
Do alto da escarpa uma mão agarrava o destino e suprimia a chance. Era um oráculo.
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