Queria ver se voltavas de machado na mão, cortando ervas, derrubando árvores de ferro fundido.
Dissabores que trazes no braço. Pérolas cativas no solo. Mármore e vingança.
Queria que parasses no tempo e visses, do lado de fora, muito luzidia, uma roupa estendida. E quando voltasses de machado em riste, gostava que partisses o cosmos em dois.
Hoje há fado. Há lembranças adjacentes. Crises subalternas.